Terceirização Parcial vs. Total de Facilities: O que Faz Mais Sentido?

Serviços · Por Thiago Rodrigues

Uma das decisões mais importantes na gestão de facilities é definir o nível de terceirização: manter equipe interna para serviços críticos ou terceirizar tudo? Não existe resposta única — depende do porte da empresa, cultura organizacional, complexidade da infraestrutura e capacidade de gestão interna.

Modelo 1: Equipe Interna + Terceirização Especializada

A empresa mantém um gestor de facilities e técnicos de manutenção internos, e terceiriza serviços de alto volume ou especialidade (limpeza, jardinagem, controle de pragas, manutenção de elevadores). Ideal para: empresas com infraestrutura crítica (hospitais, indústrias), que precisam de resposta imediata e controle total.

Modelo 2: Terceirização Total (IFM)

Um único fornecedor IFM gerencia toda a infraestrutura — com seu próprio gerente no local (on-site manager). A empresa contratante define SLAs e KPIs, mas não tem funcionários de FM na folha. Ideal para: empresas com múltiplos sites, que querem previsibilidade de custo e foco total no core business.

Modelo 3: Terceirização Híbrida

Combinação dos dois: alguns serviços internos (gestão estratégica, manutenção crítica) e outros terceirizados (limpeza, portaria, jardinagem). É o modelo mais comum no Brasil, adotado por cerca de 60% das empresas de médio porte.

Como Decidir?

Considere: valor total de facilities (terceirização total costuma compensar acima de R$ 30 mil/mês); nível de controle necessário; capacidade interna de gestão de fornecedores; e estratégia de ESG (fornecedores certificados nos dados de governança).

Publicado em 22 de mai. de 2026 · Redator: Thiago Rodrigues

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