Trabalho híbrido consolida-se nas corporações brasileiras em 2026
Em 2026, o trabalho híbrido consolidou-se como o modelo predominante nas grandes corporações brasileiras, com 70% das empresas adotando essa prática, de acordo com um estudo recente da FGV.
A ascensão do modelo híbrido
Desde o início da pandemia de COVID-19, o trabalho remoto ganhou força, e as empresas começaram a reavaliar suas práticas de trabalho. Em cidades como São Paulo e Campinas, o trabalho híbrido tornou-se não apenas uma alternativa, mas uma estratégia central de negócios. De acordo com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), 85% dos gestores acreditam que o modelo híbrido aumenta a produtividade e a satisfação dos funcionários.
- Redução de custos operacionais em até 30%
- Maior flexibilidade para os funcionários
- Aumento na retenção de talentos
- Melhoria na qualidade de vida dos colaboradores
Impacto nas empresas e no mercado
Empresas como Itaú Unibanco e Bradesco já adotaram o modelo híbrido, relatando uma redução significativa nos custos de locação de escritórios em São Paulo. Além disso, o mercado imobiliário corporativo em cidades como Americana tem se adaptado, com aumento de 20% na oferta de espaços de coworking. Essa mudança também tem impulsionado o investimento em tecnologia, com empresas gastando cerca de R$ 15 bilhões em infraestrutura de TI para suportar o trabalho híbrido.
Perspectivas e conclusão
O trabalho híbrido, agora consolidado, parece ser mais do que uma tendência passageira, mas sim uma evolução natural do ambiente corporativo. Empresas que resistirem a essa mudança podem enfrentar dificuldades em atrair e reter talentos. Para os trabalhadores, o modelo oferece um equilíbrio entre vida profissional e pessoal, além de oportunidades para aqueles que vivem em regiões mais afastadas dos grandes centros urbanos. Com o Brasil liderando essa transformação na América Latina, a expectativa é que o país continue a evoluir suas práticas de trabalho, buscando sempre a inovação e a eficiência.